30 de setembro de 2009

Pensamentos meus


No nosso dia-a-dia, deparamo-nos com diversas situações. Há situações e situações. E depois há aquelas situações que nos deixam com um nó na garganta, que nos deixam a consciência pesada.
Quando reparamos que ao nosso lado se encontra alguém que precisa de algo, somos nós quem decide se queremos interferir ou não na vida dessa pessoa. Podemos ficar onde estamos ou decidir olhar para o lado e perguntar: "E tu, de onde vens?".
Se para uns isto pode parecer tudo menos solidariedade, para mim é tudo e só solidariedade.

...Mas que ainda está presa dentro de mim.

26 de setembro de 2009

Frase #5


“Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante”.



Antoine de Saint-Exupéry, O Principezinho

22 de setembro de 2009

19 de setembro de 2009

É verdade


Por vezes penso que o palco é todo meu. Que toda aquela plateia ali presente, veio para me ver, única e exclusivamente a mim.
Que sou a única em cima do grande palco e que todos me vão ouvir com toda a atenção que eu exijo.
Mas depois paro e olho à minha volta. Não sou a única a dançar aqui.

14 de setembro de 2009

Frase #4


É que hoje acordei e lembrei-me
que sou mago feiticeiro
e a minha bola de cristal é folha de papel.



(Toranja - Carta)

8 de setembro de 2009

Robyn - Who's That Girl



Good girls are pretty like all the time
I'm just pretty some of the time
(yeah)
Good girls are happy and satisfied
I won't stop asking until i die
(noooOOo)

I just can't deal with the rules
I can't take the pressure
It's got me saying Ooo yeah

Who's that girl? That you dream of
Who's that girl? That you think you love
Who's that girl? Well i'm nothing like her
I know there's no such girl
I swear I can't take the pressure
Who's that girl?

Good girls don't say no or ask you why
I won't let you love me, until
you really try (oh no)
Good girls are sexy like every day
I'm only sexy when i say it's ok

I just can't deal with the rules
I can't take the pressure
It's got me saying Ooo yeah

Who's that girl? That you dream of
Who's that girl? That you think you love
Who's that girl? What if I'm not like her
I know there's no such girl
I swear i can't take the pressure
Who's that girl?

Let's play a game that you never tried
You be the girl and I'll be the guy
Let's pretend everything has changed
and then would you love me any different

I just can't deal with the rules
I can't take the pressure (oh no)
Who's that girl?

Who's that girl? That you dream of
Who's that girl? That you think you love
Who's that girl? What if I'm nothing like her
I know there's no such girl
I swear I can't take the pressure
Who's that girl?
Who's that girl?

3 de setembro de 2009

Até quando?


Às vezes não sei o que hei-de fazer com a vida, vejo os dias sucederem-se num comboio estúpido e sem estações conduzido por um maquinista louco que não faz a mínima ideia onde acaba a linha e o pior é que nem quer saber. O comboio desliza sobre os carris cada vez mais depressa como se a qualquer instante perdesse a aderência e descarrilasse e então imagino as carruagens tombadas com as vísceras das minhas memórias espalhadas por todo o lado, a vida desmantelada no que já foi uma experiência rica e cheia, e que agora não vale nada.


Artista de Circo, Margarida Rebelo Pinto

1 de setembro de 2009

Boa acção do dia

Não custa nada ajudar as causas dos outros.


Basta um simples desenho para ajudarmos o amigo do Jørgen e até pode ser bastante divertido!
(Mensagem roubada daqui.)



Ou então basta um simples click para ajudarmos o pinguim Luís.
(Mensagem roubada daqui.)


Eles contam com a nossa ajuda!

24 de agosto de 2009

Paint your life


A vida é assim uma espécie de pintura. Uma pintura abstracta muito bizarra. Podemos olhar para ela e pensar que tudo não passa de um borrão, e continuarmos a viver a nossa vida pensando que tudo o que existe à nossa volta é um borrão. Mas se olharmos bem para ela, se a observarmos com atenção, se nos concentrarmos nela e usarmos a nossa imaginação, a vida pode tornar-se muito mais do que isso. Ela pode ser uma pintura do mar, do céu, das pessoas, dos edifícios, de uma borboleta pousada numa flor ou de qualquer outra coisa, excepto do borrão que antes vocês se convenceram que era.



Excerto tirado do livro "Se me pudesses ver agora" de Cecilia Ahern.

18 de agosto de 2009

ADN Visual

Youniverse Personality TestYouniverse Personality Test


Easy Rider: You're an adventurous soul with a bit of a romantic outlook. You're always up for new experiences that will broaden your mind.
Escape Artist: Always the first to take the leap, you like to look forward and try to have no regrets.
Junkie Monkey: Being good all the time is to boring. Life should be about enjoyment.
Socialite: You're a really sociable animal at heart. Nothing beats hanging out with all your favorite people.

9 de agosto de 2009

Às vezes


Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a dizer.

E mesmo que a voz trema por dentro, há que fazê-la sair firme e serena, e mesmo que se oiça o coração bater desordenadamente fora do peito é preciso domá-lo, acalmá-lo, ordenar-lhe que bata mais devagar e faça menos alarido, e esperar, esperar que ele obedeça, que se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo, a saudade, a vontade.
Às vezes é preciso partir antes do tempo, dizer aquilo que se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma e prepará-la para um futuro incerto, acreditar que esse futuro é bom e afinal já está perto, apertar as mãos uma contra a outra e rezar a um Deus qualquer que nos dê força e serenidade. Pensar que o tempo está a nosso favor, que o destino e as circunstâncias de encarregarão de atenuar a nossa dor e de a transformar numa recordação ténue e fechada num passado sem retorno que teve o seu tempo e a sua época e que um dia também teve o seu fim.
Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizémos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor.
Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.
Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio e paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar.Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer.


Margarida Rebelo Pinto

30 de julho de 2009

27 de julho de 2009

Criancices&Criançada


- Luís quem foi que tirou batatas do meu prato?

- Eu não fui. Mas acho que foi aquele menino ali.


O Luís é um menino de 3 anos que eu conheci numa festa de anos, este fim-de-semana.
Analisando o seu acto pode-se constatar o seguinte: primeiro que tudo, desmentir o mito que "as crianças dizem sempre a verdade". Depois avisar o Luís tem que melhorar este seu sentido nato, uma vez que quando disse aquela frase, encontrava-se com batata fritas na mão, na boca e ainda havia restos na camisola dele. Por fim, perceber que quando crescer irá fazer isto com muito mais requinte.

24 de julho de 2009

A saga das novas tecnologias


Caso não se recordem, eu tive um pequeno problema há algum tempo atrás, como aqui contei.
Esse problema foi resolvido com um telemóvel novo, pois é teve mesmo que ser.

Mas o que me trás de novo a este assunto das novas tecnologias, não é o telemóvel mas sim o computador.
Sabem aquelas fotos todas que se vão guardando muito cuidadosamente no canto do nosso computador, para quando um dia tivermos tempo de as gravar? Pois bem, eu também tinha assim uma pastinha com aproximadamente uns 5 gigabytes de fotos do ano novo, das férias, da faculdade, de tudo e mais alguma coisa. E o que é que aconteceu?
Exactamente! PUFF!! Foi o que aconteceu. O belo do disco rígido decidiu deixar de trabalhar e levar com ele toda a tralha que eu carinhosamente lhe ia deixando.

Resultado, andei de contacto em contacto à procura de uma alma caridosa e sábia que me salvasse a minha vidinha virtual. E não é que essa alma apareceu?!
Recuperou toda a minha tralha! Voltou tudo para o lugar onde estava - o canto do computador - à espera do tal dia em que eu tenha tempo para gravar tudo num DVD à medida.

Obrigada David!

Please Don't Leave Me


Da da da da, da da da da
Da da da, da da
Da da da, da da

I don't know if I can yell any louder
How many time I've kicked you outta here?
Or said something insulting?
Da da da, da da

I can be so mean when I wanna be
I am capable of really anything
I can cut you into pieces
But my heart is broken
Da da da, da da

Please don't leave me
Please don't leave me
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please, don't leave me

How did I become so obnoxious?
What is it with you that makes me act like this?
I've never been this nasty
Da da da, da da

Can't you tell that this is all just a contest?
The one that wins will be the one that hits the hardest
But baby I don't mean it
I mean it, I promise
Da da da, da da

Please don't leave me
Oh please don't leave me
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please, don't leave me

I forgot to say out loud how beautiful you really are to me
I cannot be without, you're my perfect little punching bag
And I need you, I'm sorry
Da da da, da da

Da da da da, da da da da
Da da da, da da
Please, please don't leave me
(Da da da, da da)

Baby please don't leave me
(Da da da, da da)
No, don't leave me
Please don't leave me no no no

You say I don't need you
But it's always gonna come right back
It's gonna come right back to this
Please, don't leave me

Please don't leave me, oh no no no.
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this

Please don't leave me
Baby, please, please don't leave me

21 de julho de 2009

Frase #3


O amor é feito de promessas, porque amor sem promessas não é amor.

15 de julho de 2009

O que estou eu a fazer agora? parte 2


Demasiado tempo livre leva-nos a fazer imensa coisa parva. É preciso arranjar ideias para não se morrer de tédio, uma vez que os nossos amigos estão ainda a estudar para os seus belos exames (livra!), ou estão a trabalhar, ou simplesmente já foram para bem longe curtir as férias.

Neste post dei a entender que as minhas férias estavam a ser maravilhosas, e antenção - estão! mas... não se pode passar todos os dias e todas as horas na praia, não é?

O certo é que eu continuo por estes lados, e preciso de não ganhar raízes, está claro. Então toca de fazer ecopontos cá para casa, sim é verdade, pequei em caixas velhas e transformei-as nuns belos ecopontos (sou tão amiga do ambiente, ai!).

O passo seguinte foi começar a jogar , esse belo jogo de vida virtual. Devo dizer que a experiência não foi lá muito positiva. Passo a explicar, a construção da casa da dita família virtual que me pertence até foi um processo criativo, fazer uma casa que nunca terei acesso (a não ser que me saia o euro milhões), construir a família maravilha e assim por diante. Agora, quando passamos ao dito jogo, à fase (supostamente) principal e emocionante, o jogo perde a graça. A família ganha vontades próprias, o tempo passa incrivelmente rápido, só para terem noção é possível estar ao telefone durante umas belas 7 horas, é necessário arranjar dinheiro para sobreviver, depois é necessário cumprir desejos e medos das respectivas pessoas, etc, etc, etc. Não há qualquer objectivo prático no jogo. Sim, já me disseram que devo ser a única rapariga à face da terra que não gosta do jogo, mas o que é que eu posso fazer?

Com tudo isto quero pedir-vos "Preciso de ideias para me distrair!"

Sugestões?

14 de julho de 2009

O que estou eu a fazer agora?


Beach, beach, beach.

Praia, praia, praia.


Estou a ganhar cor, a ganhar muita cor. E sabe tão bem.

13 de julho de 2009

Silêncio


Para muitos o silêncio é insuportável, para outros tantos é deprimente e sufocante. Contudo, numa relação o silêncio pode ser simplesmente mágico. Não falo de um silêncio constrangedor, em que cada um segue um rumo oposto, e que se fazem ouvir os barulhos dos passos ruidosos e tristes. Falo de um silêncio pacífico, em que duas pessoas se olham, ou olham o mesmo horizonte, em que nada dizem porque nada mais há a acrescentar. Em que um gesto e um olhar valem mais que todas aquelas palavras gastas e banalizadas por seres que nunca as sentiram.

Pode haver algo mais belo que o silêncio cúmplice de dois eternos amantes? Não consigo pensar em nada. Muitos acham que o amor é passear e exibir um troféu, quanto mais belo melhor, que chame a atenção e dê nas vistas, causando inveja pelos vizinhos. Outros julgam que o sexo tudo resolve e nada mais existe para além de um acto físico. Outros tantos pensam que o amor se resume àquilo que vão pensar se não estiverem bem acompanhados.

O amor não se define, sente-se e conquista-se. Para mim há amor quando o silêncio perdura e sabe bem, quando as palavras já nada significam. Quando a companhia ajuda a suportar tudo, quando as obsessões pelo sexo e pela imagem social dominam, não pode haver amor, existe sim consumismo de outro ser humano. E há seres que se alimentam disso, de outros humanos, da sua paixão e dedicação.

Não é preciso já ter amado ou amar para perceber se os outros sabem o que isso é. Basta dedicarmos cinco minutos do nosso dia atarefado para pensar sobre aqueles que nos rodeiam e que pela nossa vida passaram: quantos tentaram consumir-nos? quantos tentaram usar-nos? Muitos.... agora está na hora de procurarmos o nosso silêncio...



Roubado daqui - http://visto-do-ceu.blogspot.com/

1 de julho de 2009

Where are you?*



Estou à tua procura, mas não te reconheço.
Estou à tua procura, mas nao te encontro.

Prefiro o teu "eu" antigo. Não gosto do teu "eu" novo.


O que foi que aconteceu?



*Onde estás?