27 de julho de 2009

Criancices&Criançada


- Luís quem foi que tirou batatas do meu prato?

- Eu não fui. Mas acho que foi aquele menino ali.


O Luís é um menino de 3 anos que eu conheci numa festa de anos, este fim-de-semana.
Analisando o seu acto pode-se constatar o seguinte: primeiro que tudo, desmentir o mito que "as crianças dizem sempre a verdade". Depois avisar o Luís tem que melhorar este seu sentido nato, uma vez que quando disse aquela frase, encontrava-se com batata fritas na mão, na boca e ainda havia restos na camisola dele. Por fim, perceber que quando crescer irá fazer isto com muito mais requinte.

24 de julho de 2009

A saga das novas tecnologias


Caso não se recordem, eu tive um pequeno problema há algum tempo atrás, como aqui contei.
Esse problema foi resolvido com um telemóvel novo, pois é teve mesmo que ser.

Mas o que me trás de novo a este assunto das novas tecnologias, não é o telemóvel mas sim o computador.
Sabem aquelas fotos todas que se vão guardando muito cuidadosamente no canto do nosso computador, para quando um dia tivermos tempo de as gravar? Pois bem, eu também tinha assim uma pastinha com aproximadamente uns 5 gigabytes de fotos do ano novo, das férias, da faculdade, de tudo e mais alguma coisa. E o que é que aconteceu?
Exactamente! PUFF!! Foi o que aconteceu. O belo do disco rígido decidiu deixar de trabalhar e levar com ele toda a tralha que eu carinhosamente lhe ia deixando.

Resultado, andei de contacto em contacto à procura de uma alma caridosa e sábia que me salvasse a minha vidinha virtual. E não é que essa alma apareceu?!
Recuperou toda a minha tralha! Voltou tudo para o lugar onde estava - o canto do computador - à espera do tal dia em que eu tenha tempo para gravar tudo num DVD à medida.

Obrigada David!

Please Don't Leave Me


Da da da da, da da da da
Da da da, da da
Da da da, da da

I don't know if I can yell any louder
How many time I've kicked you outta here?
Or said something insulting?
Da da da, da da

I can be so mean when I wanna be
I am capable of really anything
I can cut you into pieces
But my heart is broken
Da da da, da da

Please don't leave me
Please don't leave me
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please, don't leave me

How did I become so obnoxious?
What is it with you that makes me act like this?
I've never been this nasty
Da da da, da da

Can't you tell that this is all just a contest?
The one that wins will be the one that hits the hardest
But baby I don't mean it
I mean it, I promise
Da da da, da da

Please don't leave me
Oh please don't leave me
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please, don't leave me

I forgot to say out loud how beautiful you really are to me
I cannot be without, you're my perfect little punching bag
And I need you, I'm sorry
Da da da, da da

Da da da da, da da da da
Da da da, da da
Please, please don't leave me
(Da da da, da da)

Baby please don't leave me
(Da da da, da da)
No, don't leave me
Please don't leave me no no no

You say I don't need you
But it's always gonna come right back
It's gonna come right back to this
Please, don't leave me

Please don't leave me, oh no no no.
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this

Please don't leave me
Baby, please, please don't leave me

21 de julho de 2009

15 de julho de 2009

O que estou eu a fazer agora? parte 2


Demasiado tempo livre leva-nos a fazer imensa coisa parva. É preciso arranjar ideias para não se morrer de tédio, uma vez que os nossos amigos estão ainda a estudar para os seus belos exames (livra!), ou estão a trabalhar, ou simplesmente já foram para bem longe curtir as férias.

Neste post dei a entender que as minhas férias estavam a ser maravilhosas, e antenção - estão! mas... não se pode passar todos os dias e todas as horas na praia, não é?

O certo é que eu continuo por estes lados, e preciso de não ganhar raízes, está claro. Então toca de fazer ecopontos cá para casa, sim é verdade, pequei em caixas velhas e transformei-as nuns belos ecopontos (sou tão amiga do ambiente, ai!).

O passo seguinte foi começar a jogar , esse belo jogo de vida virtual. Devo dizer que a experiência não foi lá muito positiva. Passo a explicar, a construção da casa da dita família virtual que me pertence até foi um processo criativo, fazer uma casa que nunca terei acesso (a não ser que me saia o euro milhões), construir a família maravilha e assim por diante. Agora, quando passamos ao dito jogo, à fase (supostamente) principal e emocionante, o jogo perde a graça. A família ganha vontades próprias, o tempo passa incrivelmente rápido, só para terem noção é possível estar ao telefone durante umas belas 7 horas, é necessário arranjar dinheiro para sobreviver, depois é necessário cumprir desejos e medos das respectivas pessoas, etc, etc, etc. Não há qualquer objectivo prático no jogo. Sim, já me disseram que devo ser a única rapariga à face da terra que não gosta do jogo, mas o que é que eu posso fazer?

Com tudo isto quero pedir-vos "Preciso de ideias para me distrair!"

Sugestões?

14 de julho de 2009

13 de julho de 2009

Silêncio


Para muitos o silêncio é insuportável, para outros tantos é deprimente e sufocante. Contudo, numa relação o silêncio pode ser simplesmente mágico. Não falo de um silêncio constrangedor, em que cada um segue um rumo oposto, e que se fazem ouvir os barulhos dos passos ruidosos e tristes. Falo de um silêncio pacífico, em que duas pessoas se olham, ou olham o mesmo horizonte, em que nada dizem porque nada mais há a acrescentar. Em que um gesto e um olhar valem mais que todas aquelas palavras gastas e banalizadas por seres que nunca as sentiram.

Pode haver algo mais belo que o silêncio cúmplice de dois eternos amantes? Não consigo pensar em nada. Muitos acham que o amor é passear e exibir um troféu, quanto mais belo melhor, que chame a atenção e dê nas vistas, causando inveja pelos vizinhos. Outros julgam que o sexo tudo resolve e nada mais existe para além de um acto físico. Outros tantos pensam que o amor se resume àquilo que vão pensar se não estiverem bem acompanhados.

O amor não se define, sente-se e conquista-se. Para mim há amor quando o silêncio perdura e sabe bem, quando as palavras já nada significam. Quando a companhia ajuda a suportar tudo, quando as obsessões pelo sexo e pela imagem social dominam, não pode haver amor, existe sim consumismo de outro ser humano. E há seres que se alimentam disso, de outros humanos, da sua paixão e dedicação.

Não é preciso já ter amado ou amar para perceber se os outros sabem o que isso é. Basta dedicarmos cinco minutos do nosso dia atarefado para pensar sobre aqueles que nos rodeiam e que pela nossa vida passaram: quantos tentaram consumir-nos? quantos tentaram usar-nos? Muitos.... agora está na hora de procurarmos o nosso silêncio...



Roubado daqui - http://visto-do-ceu.blogspot.com/

1 de julho de 2009

Where are you?*



Estou à tua procura, mas não te reconheço.
Estou à tua procura, mas nao te encontro.

Prefiro o teu "eu" antigo. Não gosto do teu "eu" novo.


O que foi que aconteceu?



*Onde estás?