18 de agosto de 2009
ADN Visual
Easy Rider: You're an adventurous soul with a bit of a romantic outlook. You're always up for new experiences that will broaden your mind.
Escape Artist: Always the first to take the leap, you like to look forward and try to have no regrets.
Junkie Monkey: Being good all the time is to boring. Life should be about enjoyment.
Socialite: You're a really sociable animal at heart. Nothing beats hanging out with all your favorite people.
13 de agosto de 2009
9 de agosto de 2009
Às vezes
Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a dizer.
E mesmo que a voz trema por dentro, há que fazê-la sair firme e serena, e mesmo que se oiça o coração bater desordenadamente fora do peito é preciso domá-lo, acalmá-lo, ordenar-lhe que bata mais devagar e faça menos alarido, e esperar, esperar que ele obedeça, que se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo, a saudade, a vontade.
Às vezes é preciso partir antes do tempo, dizer aquilo que se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma e prepará-la para um futuro incerto, acreditar que esse futuro é bom e afinal já está perto, apertar as mãos uma contra a outra e rezar a um Deus qualquer que nos dê força e serenidade. Pensar que o tempo está a nosso favor, que o destino e as circunstâncias de encarregarão de atenuar a nossa dor e de a transformar numa recordação ténue e fechada num passado sem retorno que teve o seu tempo e a sua época e que um dia também teve o seu fim.
Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizémos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor.
Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.
Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio e paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar.Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer.
Margarida Rebelo Pinto
30 de julho de 2009
27 de julho de 2009
Criancices&Criançada
- Luís quem foi que tirou batatas do meu prato?
- Eu não fui. Mas acho que foi aquele menino ali.
O Luís é um menino de 3 anos que eu conheci numa festa de anos, este fim-de-semana.
Analisando o seu acto pode-se constatar o seguinte: primeiro que tudo, desmentir o mito que "as crianças dizem sempre a verdade". Depois avisar o Luís tem que melhorar este seu sentido nato, uma vez que quando disse aquela frase, encontrava-se com batata fritas na mão, na boca e ainda havia restos na camisola dele. Por fim, perceber que quando crescer irá fazer isto com muito mais requinte.
24 de julho de 2009
A saga das novas tecnologias

Caso não se recordem, eu tive um pequeno problema há algum tempo atrás, como aqui contei.
Esse problema foi resolvido com um telemóvel novo, pois é teve mesmo que ser.
Mas o que me trás de novo a este assunto das novas tecnologias, não é o telemóvel mas sim o computador.
Sabem aquelas fotos todas que se vão guardando muito cuidadosamente no canto do nosso computador, para quando um dia tivermos tempo de as gravar? Pois bem, eu também tinha assim uma pastinha com aproximadamente uns 5 gigabytes de fotos do ano novo, das férias, da faculdade, de tudo e mais alguma coisa. E o que é que aconteceu?
Exactamente! PUFF!! Foi o que aconteceu. O belo do disco rígido decidiu deixar de trabalhar e levar com ele toda a tralha que eu carinhosamente lhe ia deixando.
Resultado, andei de contacto em contacto à procura de uma alma caridosa e sábia que me salvasse a minha vidinha virtual. E não é que essa alma apareceu?!
Recuperou toda a minha tralha! Voltou tudo para o lugar onde estava - o canto do computador - à espera do tal dia em que eu tenha tempo para gravar tudo num DVD à medida.
Obrigada David!
Please Don't Leave Me
Da da da da, da da da da
Da da da, da da
Da da da, da da
I don't know if I can yell any louder
How many time I've kicked you outta here?
Or said something insulting?
Da da da, da da
I can be so mean when I wanna be
I am capable of really anything
I can cut you into pieces
But my heart is broken
Da da da, da da
Please don't leave me
Please don't leave me
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please, don't leave me
How did I become so obnoxious?
What is it with you that makes me act like this?
I've never been this nasty
Da da da, da da
Can't you tell that this is all just a contest?
The one that wins will be the one that hits the hardest
But baby I don't mean it
I mean it, I promise
Da da da, da da
Please don't leave me
Oh please don't leave me
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please, don't leave me
I forgot to say out loud how beautiful you really are to me
I cannot be without, you're my perfect little punching bag
And I need you, I'm sorry
Da da da, da da
Da da da da, da da da da
Da da da, da da
Please, please don't leave me
(Da da da, da da)
Baby please don't leave me
(Da da da, da da)
No, don't leave me
Please don't leave me no no no
You say I don't need you
But it's always gonna come right back
It's gonna come right back to this
Please, don't leave me
Please don't leave me, oh no no no.
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please don't leave me
Baby, please, please don't leave me
Da da da, da da
Da da da, da da
I don't know if I can yell any louder
How many time I've kicked you outta here?
Or said something insulting?
Da da da, da da
I can be so mean when I wanna be
I am capable of really anything
I can cut you into pieces
But my heart is broken
Da da da, da da
Please don't leave me
Please don't leave me
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please, don't leave me
How did I become so obnoxious?
What is it with you that makes me act like this?
I've never been this nasty
Da da da, da da
Can't you tell that this is all just a contest?
The one that wins will be the one that hits the hardest
But baby I don't mean it
I mean it, I promise
Da da da, da da
Please don't leave me
Oh please don't leave me
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please, don't leave me
I forgot to say out loud how beautiful you really are to me
I cannot be without, you're my perfect little punching bag
And I need you, I'm sorry
Da da da, da da
Da da da da, da da da da
Da da da, da da
Please, please don't leave me
(Da da da, da da)
Baby please don't leave me
(Da da da, da da)
No, don't leave me
Please don't leave me no no no
You say I don't need you
But it's always gonna come right back
It's gonna come right back to this
Please, don't leave me
Please don't leave me, oh no no no.
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please don't leave me
Baby, please, please don't leave me
21 de julho de 2009
15 de julho de 2009
O que estou eu a fazer agora? parte 2
Demasiado tempo livre leva-nos a fazer imensa coisa parva. É preciso arranjar ideias para não se morrer de tédio, uma vez que os nossos amigos estão ainda a estudar para os seus belos exames (livra!), ou estão a trabalhar, ou simplesmente já foram para bem longe curtir as férias.
Neste post dei a entender que as minhas férias estavam a ser maravilhosas, e antenção - estão! mas... não se pode passar todos os dias e todas as horas na praia, não é?
O certo é que eu continuo por estes lados, e preciso de não ganhar raízes, está claro. Então toca de fazer ecopontos cá para casa, sim é verdade, pequei em caixas velhas e transformei-as nuns belos ecopontos (sou tão amiga do ambiente, ai!).
O passo seguinte foi começar a jogar , esse belo jogo de vida virtual. Devo dizer que a experiência não foi lá muito positiva. Passo a explicar, a construção da casa da dita família virtual que me pertence até foi um processo criativo, fazer uma casa que nunca terei acesso (a não ser que me saia o euro milhões), construir a família maravilha e assim por diante. Agora, quando passamos ao dito jogo, à fase (supostamente) principal e emocionante, o jogo perde a graça. A família ganha vontades próprias, o tempo passa incrivelmente rápido, só para terem noção é possível estar ao telefone durante umas belas 7 horas, é necessário arranjar dinheiro para sobreviver, depois é necessário cumprir desejos e medos das respectivas pessoas, etc, etc, etc. Não há qualquer objectivo prático no jogo. Sim, já me disseram que devo ser a única rapariga à face da terra que não gosta do jogo, mas o que é que eu posso fazer?
Com tudo isto quero pedir-vos "Preciso de ideias para me distrair!"
Sugestões?
14 de julho de 2009
13 de julho de 2009
Silêncio

Para muitos o silêncio é insuportável, para outros tantos é deprimente e sufocante. Contudo, numa relação o silêncio pode ser simplesmente mágico. Não falo de um silêncio constrangedor, em que cada um segue um rumo oposto, e que se fazem ouvir os barulhos dos passos ruidosos e tristes. Falo de um silêncio pacífico, em que duas pessoas se olham, ou olham o mesmo horizonte, em que nada dizem porque nada mais há a acrescentar. Em que um gesto e um olhar valem mais que todas aquelas palavras gastas e banalizadas por seres que nunca as sentiram.
Pode haver algo mais belo que o silêncio cúmplice de dois eternos amantes? Não consigo pensar em nada. Muitos acham que o amor é passear e exibir um troféu, quanto mais belo melhor, que chame a atenção e dê nas vistas, causando inveja pelos vizinhos. Outros julgam que o sexo tudo resolve e nada mais existe para além de um acto físico. Outros tantos pensam que o amor se resume àquilo que vão pensar se não estiverem bem acompanhados.
O amor não se define, sente-se e conquista-se. Para mim há amor quando o silêncio perdura e sabe bem, quando as palavras já nada significam. Quando a companhia ajuda a suportar tudo, quando as obsessões pelo sexo e pela imagem social dominam, não pode haver amor, existe sim consumismo de outro ser humano. E há seres que se alimentam disso, de outros humanos, da sua paixão e dedicação.
Não é preciso já ter amado ou amar para perceber se os outros sabem o que isso é. Basta dedicarmos cinco minutos do nosso dia atarefado para pensar sobre aqueles que nos rodeiam e que pela nossa vida passaram: quantos tentaram consumir-nos? quantos tentaram usar-nos? Muitos.... agora está na hora de procurarmos o nosso silêncio...
Roubado daqui - http://visto-do-ceu.blogspot.com/
1 de julho de 2009
Where are you?*

Estou à tua procura, mas não te reconheço.
Estou à tua procura, mas nao te encontro.
Prefiro o teu "eu" antigo. Não gosto do teu "eu" novo.
O que foi que aconteceu?
*Onde estás?
30 de junho de 2009
Metade perfeita

Sigo viagem por entre montes e vales, não sei onde me encontro. Olho em redor e a escuridão reflecte o pouco que a minha visão alcança.
Dou por mim focado em ti, na tua imagem, nos teus olhos, no teu sorriso, no teu ser. Não quero parar de te olhar pelo reflexo, insisto em te manter no meu olhar... tu ficas.
Desejo ter-te ao meu lado, tocar os meus lábios nos teus lábios doces e seguir um caminho infinito abraçado a ti.
A saudade aperta, recordo a tua voz suave no meu pensamento e guardo-a naquele lugar só nosso, junto ao meu coração onde guardo tudo o que me faz recordar de ti.
Tenho-te no meu pensamento, és aquele sonho especial e como os melhores sonhos se tornam realidade, tu tornaste-te na minha melhor realidade.
Regresso no mesmo caminho, volto a rever-te novamente, sinto-te novamente em mim e levo-te comigo no coração onde te guardo sempre.
Anseio por estar contigo outra vez, por ter contigo aqueles momentos que tu me proporcionas e eu adoro.
Estas palavras que eu repito e que tu ouves e lês varias vezes, são estas palavras que eu digo com todo o amor que sinto por ti, são estas palavras ao qual tu pedes para eu repetir e são estas palavras que sabes que eu gosto de te dizer ao mesmo tempo que penso em ti e que te olho nos olhos, da mesma maneira que gosto de te ouvir dizer quando me olhas nos olhos “Amo-te” porque sinto o amor que sentes por mim quando me dizes tudo aquilo que eu gosto de ouvir de ti!
Amo-te daquela maneira louca e intensa e nunca te vou esquecer, nunca te vou querer perder porque fazes-me muita falta e nem imagino ver-me sem ti.
Tu completas-me!
De ti para mim.
Loucuras de um grupo feminino de adolescentes
Estando eu, neste fim-de-semana, numa localidade linda com vista para o mar - Sesimbra, não podia deixar de concretizar uma grande loucura.
Banho nocturno à 1h da manhã.
Surreal, sem dúvida.
Sem dúvida, a repetir.
Banho nocturno à 1h da manhã.
Surreal, sem dúvida.
Sem dúvida, a repetir.
26 de junho de 2009
Michael Jackson - Gone Too Soon
Like A Comet
Blazing 'Cross The Evening Sky
Gone Too Soon
Like A Rainbow
Fading In The Twinkling Of An Eye
Gone Too Soon
Shiny And Sparkly
And Splendidly Bright
Here One Day
Gone One Night
Like The Loss Of Sunlight
On A Cloudy Afternoon
Gone Too Soon
Like A Castle
Built Upon A Sandy Beach
Gone Too Soon
Like A Perfect Flower
That Is Just Beyond Your Reach
Gone Too Soon
Born To Amuse, To Inspire, To Delight
Here One Day
Gone One Night
Like A Sunset
Dying With The Rising Of The Moon
Gone Too Soon
Gone Too Soon
Blazing 'Cross The Evening Sky
Gone Too Soon
Like A Rainbow
Fading In The Twinkling Of An Eye
Gone Too Soon
Shiny And Sparkly
And Splendidly Bright
Here One Day
Gone One Night
Like The Loss Of Sunlight
On A Cloudy Afternoon
Gone Too Soon
Like A Castle
Built Upon A Sandy Beach
Gone Too Soon
Like A Perfect Flower
That Is Just Beyond Your Reach
Gone Too Soon
Born To Amuse, To Inspire, To Delight
Here One Day
Gone One Night
Like A Sunset
Dying With The Rising Of The Moon
Gone Too Soon
Gone Too Soon
24 de junho de 2009
"Super-Mário"

Porque esta palavra traz o cheiro bom do verão, do barulho das ondas do mar, das noites quentes, das boas amigas, de noites mal dormidas, de visões incríveis, do sabor do pão quente às 6 da manhã, da inocente irresponsabilidade, de coisas ditas (que não se pode dizer aqui), de novos sabores, de emoções.
E não, não estou a falar do clássico jogo.
18 de junho de 2009
"todo o tempo"

Acabou de ler e, quando ia a pousar as folhas sobre a cama, a mulher abriu a porta do quarto.
- Que é isso? – perguntou baixinho, a medo, como se não quisesse saber a resposta.
- São cartas... da Joana.
A mulher voltou-se e saiu, de mão sobre a cara, fechando a porta atrás de si. Ele ficou no quarto. Juntou cuidadosamente todas as cartas e arrumou-as sobre a mesa-de-cabeceira. Ficou por muito tempo a ajeitar o molho para que ficasse bem direito, entre o candeeiro e o despertador. Depois, deixou cair o corpo molemente sobre a coberta e a cabeça pesada afundou-se na almofada de penas. Sobre a cama restos de um papel onde se podiam ler os cuidados a ter com o cão. Encolheu as pernas lentamente e fixou os olhos inchados naquele baloiço estranho suspenso do tecto.
A lua estava em quarto crescente.
Desapertou a correia do relógio e pousou-a devagar sobre a mesinha. Agora, tinha todo o tempo do mundo. Para quê?
A Lua de Joana - Maria Teresa Maia Gonzalez
10 de junho de 2009
"Sim, sou feita de camadas"

«Os ogres são como cebolas... Têm camadas... Eu tenho camadas... As cebolas têm camadas... Os ogres têm camadas!...»
Fácil de identificar, de onde eu roubei esta filosófica citação. Sim, nem mais.
Shrek tinha razão, aliás tinha e tem razão.
No entanto, não sendo eu um ogre, enquadro-me perfeitamente naquela citação.
- "Sim, sou feita de camadas!".
Há momentos da nossa vida, por diversas razões, que nós vamos (sem querer, ou não) criando barreiras.
Cria-se barreiras para: não sermos feridos, não sermos magoados, não termos que pensar em certas situações, não ter de sentir este ou aquele sentimento, não... tanta coisa.
Todos nós temos camadas, barreiras criadas para nos auto-protegermos. Há barreiras que se encontram mais à superfície, outras mais escondidas e estas só se mostram em raras ocasiões, ou podem mesmo nunca vir a ser mostradas, guardamos para nós mesmos.
O pior disto é quando tentam destruir estas nossas barreiras. Quando tentam entrar no nosso mundinho. Há barreiras fáceis de destruir, que afinal vemos que não têm utilidade nenhuma e agradecemos a pessoa x e a pessoa y pelo favor que nos fizeram.
Mas (e existe sempre um "mas"), existem as outras barreiras. As barreiras difíceis de destruir. Aquelas que foram construídas pela força do momento, as que foram construídas e que demoraram tempos a consolidar-se. As coisas aqui podem não correr assim tão bem.
Terei culpa em ter construído tanta barreira à minha volta? Talvez...
Foram úteis? Sem dúvida.
Mas, e agora o que fazer com elas?
Será?
Precisa-se de coragem para estes lados.
É urgente...
mesmo muito urgente...
Será que fazem entregas ao domicilio?
7 de junho de 2009
6 de junho de 2009
Ah pois é!

Realmente temos noção que estamos a entrar de férias quando viramos a página da nossa agenda e esta se apresenta limpinha, sem um único compromisso ou data de entrega.
(Há uma bela excepção - a última frequência - mas isso agora não interessa nada, pois não?)
Ai que sensação boa!
Subscrever:
Mensagens (Atom)





